Com a renovação da Mesa Diretora, a nova gestão prioriza a qualificação do controle social, a otimização dos recursos do SUS e a atuação autônoma do órgão.
OURO PRETO DO OESTE, RO – O controle social da saúde pública local vivencia um momento de reestruturação. Pela primeira vez em mais de quatro décadas, o Conselho Regional de Farmácia (CRF) passa a ter representatividade no Conselho Municipal de Saúde (CMS) e, chancelado pela confiança dos conselheiros, assume a Presidência do órgão.
A eleição marca a consolidação do CMS como um órgão de Estado autônomo, focado na deliberação e fiscalização das políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo da nova gestão é assegurar que as decisões do conselho sejam pautadas estritamente por critérios técnicos, voltados aos interesses da população.
A Nova Composição da Mesa Diretora
A nova diretoria que conduzirá os trabalhos de controle social e fiscalização é formada por lideranças femininas com perfis técnicos e sociais:
- Presidente: Dra. Suelen Araújo (Farmacêutica, representante do CRF-RO);
- Vice-presidente: Dra. Heldelícia Andrade (Advogada, com forte atuação social pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida);
- 1ª Secretária: Shirlene Lopes (Professora reconhecida por seu trabalho de excelência na integração saúde-educação);
- 2ª Secretária: Dra. Bárbara Cruz (Psicóloga representante da SEMAS).
Continuidade Institucional e Valorização Técnica
Demonstrando maturidade institucional, a nova Presidência optou por manter na Secretaria do órgão uma conselheira oriunda da gestão anterior: a professora Shirlene Lopes. A decisão valoriza a experiência acumulada e o histórico de resultados da profissional.
“Nossa gestão busca somar forças e qualificar o futuro. A permanência da professora Shirlene na Secretaria demonstra que nosso principal critério de atuação é o trabalho comprometido e a entrega de resultados em prol da saúde da população”, afirma a presidente Dra. Suelen Araújo.
Fortalecimento do Controle Social e Auditoria Técnica
A nova composição visa fortalecer o exercício do controle social, garantindo o cumprimento rigoroso da Lei 8.142/90. Com a liderança de uma representante da classe farmacêutica, a expectativa é aprofundar a análise técnica em áreas vitais da gestão municipal, tais como:
- O gerenciamento e a qualidade da assistência farmacêutica;
- A legalidade e transparência nos processos licitatórios;
- A logística e distribuição de insumos médicos;
- O funcionamento integrado de todas as unidades de saúde.
O novo direcionamento deixa claro o equilíbrio esperado entre diálogo e fiscalização. “O Conselho Municipal de Saúde atua como o representante direto do cidadão. O Executivo terá em nós parceiros institucionais para projetos que fortaleçam o SUS, mas também exerceremos nosso dever legal de auditoria com total independência e rigor técnico. Assumimos essa responsabilidade para garantir que cada recurso da saúde cumpra seu propósito fundamental: o bem-estar do paciente”, conclui a Dra. Suelen Araújo.
Instituto Destemidos Sentinelas (IDS) Transparência, Ética e Controle Social.

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